Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. João 5:24





terça-feira, 7 de março de 2017

As Coisas Boas de Deus

Texto: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl 23.1).

Introdução: Como é agradável uma boa viagem, uma boa recuperação física, uma boa refeição, um bom descanso, uma boa notícia, um bom amigo, um bom conselho.

1. Deus pensa coisas boas a nosso respeito

“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais”(Jr 29.11).
a. Deus está, através do profeta, dando ao seu povo uma palavra de ânimo numa hora difícil.Este texto bíblico está inserido no conteúdo da carta que Jeremias enviou a um grupo de exilados judeus na Babilônia.
b. O que Deus está pensando, planejando, a nosso respeito, é o melhor.O diabo tem procurado muitas vezes dizer ao contrário, todavia podemos estar seguros de uma coisa: Deus pensa, planeja o melhor para nós. Foi assim quando o homem pecou. Deus planejou lá no Éden a nossa redenção em Cristo Jesus – “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15).
c. Quem sabe você está vivendo o seu momento de exílio, de cativeiro, de desânimo, de lutas.Saiba que, ainda que a isto esteja acostumado, Deus está pensando algo bom, lindo, maravilhoso a seu respeito.

2. Deus prepara coisas boas para nós.

“mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”(1 Co 2.9).
a. “Preparas-me uma mesa...” (Sl 23.5).

b. “Vinde porque tudo já está preparado” (Lc 14.17).
c. “Vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2).

O que Deus tem preparado são coisas que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e nem subiram ao nosso coração.

3. Deus nos dá boas coisas.

“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?”(Mt 7.11).
a. Jesus está usando a figura do Pai em relação ao filho para mostrar o interesse de Deus em nos dar as coisas boas.
b. quantas coisas boas Deus tem para nos dar:sua paz, sua graça, seu amor, sua força, sua proteção, seu alento, sua esperança, sua vida.
c.As mãos de Deus estão cheias e estendidas para nós, e, com grande amor, ele nos diz: filho meu, quero abençoar você. Não precisamos viver de migalhas, Deus tem muitas coisas boas para nos dar. Ele quer nos abençoar com toda sorte de bênçãos espirituais em Cristo nas regiões celestes – “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef 1.3).

Conclusão: Tudo o que temos de fazer é nos achegarmos a Deus e nos apropriarmos de tudo o que é nosso em Cristo Jesus.

 Autor: Messias Anacleto Rosa  

domingo, 12 de fevereiro de 2017

A Educação dos Filhos



Como se formam os filhos? Qual é a responsabilidade específica dos pais? Uma vez que os objetivos estejam definidos, como agir para estar seguros de alcançar estas metas importantes?
 Há três áreas específicas da responsabilidade dos pais: amar, instruir e disciplinar.

1. Amar.
"Herança do Senhor são os filhos, o fruto do ventre seu galardão." (Salmo 127:3)
 Parece que o natural é amar nossos filhos, no entanto, em alguns lares são cometidos as mais terríveis agressões, brutalidades e crimes contra os filhos. Amá-los significa uma completa aceitação de suas pessoas, como dádivas recebidas das mãos de Deus. Isto inclui a disposição de nos sacrificar para o seu bem. Implica um compromisso constante com Deus a fim de criá-los para a glória do Senhor. Precisamos de mais virtudes e recursos do que temos para poder cumprir fielmente esta tarefa digna. Portanto, temos que depender de Deus constantemente. Esta dependência dele nos levará a exercer fé e fará possível sua participação com graça na vida de nossos filhos, o que contribuirá para sua formação.
 Devemos aceitar os filhos tal como são, com seu próprio sexo, defeitos, cor de cabelo, pele, personalidade, etc. Os filhos percebem desde cedo na vida se são aceitos ou recusados por seus pais.
 É muito importante que a mãe tenha seu filho nos braços constantemente, e que além disso, tenha o costume de cantar e falar com ele, mesmo antes que possa entender completamente suas palavras. O pai também deve ser afetuoso e dedicar tempo a seus filhos pequenos. O contato físico é uma expressão muito importante de amor e carinho.
 Os filhos devem se sentir confortáveis e felizes no lar. É dever dos pais prover um ambiente que conduza a sua adequada formação (isto não significa luxo, mas atenção, esmero e constância).

2. Instruir.
"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo velho não se desviará dele." (Pv. 22:6)
 Instruir significa ensinar, doutrinar, capacitar, comunicar. Da mesma forma que o amor provê o ponto de partida para a formação da vida dos filhos, a instrução articula e mostra como deve ser essa formação. Os filhos não aprendem apenas por absorção ou imitação. É necessário instruí-los.
 A instrução deve servir especialmente para formar um caráter moral no filho: honestidade, justiça, perdão, generosidade, respeito pelos outros, critérios, pudor, modéstia, operosidade, diligência, etc. Devemos aproveitar todas as circunstâncias para reafirmar e reforçar estes valores morais, éticos e espirituais.

Também é tarefa dos pais, incentivar os filhos a desenvolver sensibilidade espiritual, docilidade e boa disposição diante de Deus. As crianças devem chegar aos 6 anos pensando em Deus de uma maneira natural, como parte integrante de sua vida cotidiana. Para conseguir isso, os pais devem falar das coisas de Deus com naturalidade, levar seus filhos a ter fé e confiança no Senhor orar com eles regularmente, contar-lhes histórias bíblicas e relatos contemporâneos que destaquem o valor de um caráter nobre e da confiança no Senhor.
 Devemos tomar as particularidades de cada filho como algo positivo e ajudá-lo em seu desenvolvimento, respeitando sua própria personalidade. Cada filho tem sua própria modalidade e é dever dos pais descobri-la para poder encaminhá-lo de modo adequado.

Ao instruir, os pais devem prestar atenção especial àquelas áreas que são fundamentais, tais como:
- Realizar trabalhos e cumprir ordens (primeiro nas tarefas domésticas).
 - Ajudar os outros.
 - Concentrar-se em seus estudos.
- Resolver problemas e discordâncias sociais.
 - Formar amizades.
- Vencer a tentação e desenvolver um sentido de dignidade moral.
 - Administrar o dinheiro e o tempo.
 - Encontrar e conservar um emprego.
- Desenvolver uma boa relação com o sexo oposto.
- Descobrir sua vocação.
 É importante elogiar os filhos quando cumprem bem com um trabalho ou levam a bom termo um projeto. A aprovação dos pais ajuda a firmar os valores positivos do caráter; faz com que os filhos se sintam reconhecidos e apreciados, e reforça sua auto-estima. Este é um elemento essencial para que alcancem sucesso posteriormente na vida.
 Os filhos precisam conhecer os limites de sua liberdade. Por isso é necessário estabelecer algumas regras para o bom funcionamento e ordem na casa. Estas devem ser poucas e razoáveis, e seu cumprimento deve ser exigido. À medida que os filhos vão crescendo é necessário determinar regras claras e justas no que diz respeito a diversões e vida social. Enquanto são pequenos, é aconselhável manter as "rédeas" bem curtas, e ir afrouxando-as gradativamente à medida que forem crescendo. Tenhamos em mente que é melhor enfatizar princípios do que estabelecer regras rígidas. É necessário explicar bem as coisas aos adolescentes; isso também é melhor do que adotar uma atitude impositiva. Isto os ajuda a desenvolver critério e bom juízo, mesmo que resistam às normas estabelecidas.
 Em relação à instrução, nada é mais importante que o bom exemplo dos pais. Muitos descuidam disso, e "borram com o braço o que escreveram com a mão".





3. Disciplinar.
"Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados." (Colossenses 3:20,21)
 "Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai ao filho." (Provérbios 3:12)
 "O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama cedo o disciplina." (Provérbios 13:24)
 "Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não te exceda ao ponto de matá-lo." (Pv.19:18)
 "A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara a afastará dela." (Provérbios 22:15)

"Não retires da criança a disciplina; Porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás sua alma do inferno." (Provérbios 23:13,14)
 "A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem envergonhar sua mãe." (Provérbios 29:15)
 (Ver também Provérbios 4:20-23; 6:20-22; 20:30 Deuteronômio 6:6-7; Salmo 78: 5-7)
 A relação de uma criança com Cristo, prospera em proporção direta à sua obediência aos pais. Jesus Cristo vive e trabalha na vida de um filho obediente.

A obediência não é opcional, nem se limita ao que se considera justo. Em relação à sua conduta, os filhos precisam saber até onde podem chegar. Deus dotou os pais com autoridade para formar e disciplinar seus filhos e contam com seu respaldo para exercê-la de maneira satisfatória.
 Em algumas ocasiões, os pais se enganam. Quando isso acontecer, devem admitir seus erros e, ao fazer isso, demonstram ser a classe de pessoas que Deus pode respaldar. Sua autoridade não deriva de estar sempre certos, mas provêm de Deus que a delegou a eles.

O uso da vara.
Nas passagens citadas, repetidamente é mencionado o uso da vara na disciplina. A vara, diferentemente da mão ou do cinturão do pai, é um instrumento impessoal que arde e dói sem fazer dano a criança. Uma varinha qualquer que seja flexível servirá de forma admirável. A área carnuda das nádegas constituem o ponto mais adequado para aplicá-la.
 A vara é utilizada quando a criança não acata uma ordem, por rebelião, ou outra ofensa séria. Não se usa para corrigir faltas menores ou falhas próprias da criança (como deixar cair coisas, por descuido). Deve ser aplicada de maneira sóbria e sem ira. De outra forma, os pais transmitiriam seus sentimentos negativos aos filhos. Se estão alterados, é importante acalmar-se antes de aplicar a disciplina.

Os filhos não devem receber um único golpe violento, mas duas ou três varadas bem aplicadas. Quando a falta é mais grave, podem ser acrescentadas uma ou duas a mais. O pai deve usá-la nas nádegas da criança e não em qualquer lugar. A vara, de modo diferente da correia, permite medir a intensidade do golpe, que vai variar de acordo com a idade. Lembremos que procuramos infundir respeito e não temor.
 Os filhos precisam aprender a obedecer a palavra de seus pais; e a palavra de Deus para eles. Os pequenos sofrem pela falta da disciplina paterna. A correção justa alivia seu sofrimento, já que os libera da culpa ou do peso na consciência.
 A rebelião contra a autoridade legítima é um terrível pecado aos olhos de Deus. Os pais não devem permitir a rebelião no lar. Leiamos com cuidado a passagem de Deuteronômio 21:18-21, e observemos o que ela diz a respeito do filho rebelde. É responsabilidade dos pais livrar seus filhos de atitudes semelhantes.

Normas importantes na disciplina.
Deus estabeleceu os pais como responsáveis diretos da conduta de seus filhos (ver Provérbios 4:1-9; I Samuel 3:13-14). A figura principal na disciplina é a do pai. Ainda que ela seja aplicada pela mãe, o filho deve saber que a mãe conta com o apoio de seu marido. Isso facilita a tarefa da mãe.
 Os pais tem que mostrar unanimidade em relação à disciplina. A mulher deve ter o cuidado de não contradizer seu marido, e o homem deve dar respaldo a esposa, principalmente na presença dos filhos.
 Os pais não devem dizer ameaças nem expressões de desagrado. Uma vez que advertiram os filhos sobre as conseqüências de certa conduta, a disciplina deve ser aplicada imediatamente se desobedecerem (ver Eclesiastes 8:11). A disciplina deve ser aplicada:

- Com firmeza e decisão.
- De acordo com critérios estabelecidos (não deve variar segundo as emoções do momento).
- De maneira proporcional à ofensa.
- Sem ira ou amargura; do contrário, esse sentimento será transmitido à criança e se reproduzirá nela (ver Colossenses 3:21).

Reconciliação.
É importante o processo de reconciliação. Lembremos do lugar transcendente que tem a oração e o perdão; não prolonguemos excessivamente na correção. A ordem correta da disciplina é a seguinte.
|  Autor: Pr. Anésio Rodrigues de Souza 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Restaurando a Comunhão Rompida


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Gênesis 33.1, 4



1. Introdução 

Rompimentos nos relacionamentos acontecem com muita frequência, entre irmãos na Igreja, entre amigos, entre pais e filhos, ou ainda entre membros de uma mesma família. Muitas vezes é isto que vemos acontecer dentro da própria Igreja de Cristo. Surgem mágoas e ressentimentos que atingem em cheio irmãos, e estes transformam-se em pessoas feridas e distantes dos outros.
Satanás tem investido contra a Igreja nesta área, pois ele sabe que uma Igreja dividida não subsiste. É isto que Jesus ensina na palavra em Mateus 12:25: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.”


A palavra diz em Salmos 133:1 Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! A união dos irmãos é algo maravilhoso a se experimentar. Este era um sentimento que Esaú e Jacó não experimentavam mais. Esaú e Jacó haviam crescido juntos, sentavam-se à mesma mesa, eram amigos, dividiam os mesmos brinquedos, dormiam no mesmo quarto, tinham muitas lembranças da Infância. Mas um dia, a amizade deles acabou, o afeto terminou, ….se tornaram como estranhos. Jacó e Esaú desenvolveram uma grande inimizade por causa de experiências passadas negativas. Nem mesmo o parentesco sanguíneo deles impediu que isto acontece.


Temos visto isso acontecer também entre irmãos em Cristo dentro de Igrejas. Irmãos que crescem espiritualmente juntos, que alimentam-se da mesa sagrada do Senhor, que dividem o mesmo lugar, compartilham a mesma doutrina, a mesma fé, o mesmo Deus. De repente uma experiência negativa, uma palavra mal colocada, quebra a comunhão, destrói o afeto e os transforma em estranhos. DEUS TEM NOS MOSTRADO QUE PRECISAMOS CONSERTAR RELACIONAMENTOS SE QUEREMOS TER UMA VIDA CRISTÃ SADIA E UMA IGREJA SAUDÁVEL .


2. Como podemos restaurar uma comunhão que foi rompida:

2.1 - Podemos restaurar uma comunhão rompida tendo iniciativaNenhum laço rompido pode ser restaurado se não há iniciativa de alguém. Alguém tem que levantar a bandeira branca, e sinalizar que deseja um conserto. Foi o que aconteceu com Jacó. Ele desejou consertar o relacionamento com Esaú. O Vers. 4, de Gen.32 diz: “..Teu servo Jacó manda dizer isto…”. Jacó sinalizou que desejava restaurar sua comunhão. É importante prestarmos atenção a esta atitude de Jacó. Ele havia errado ao roubar de Esaú o direito de receber a benção de Deus. Porém, Ele se humilhou e teve a iniciativa de consertar o que havia estragado. É esta iniciativa que devemos ter diante dos relacionamentos rompidos.

Esaú também se humilhou. Ele tinha toda razão do mundo em ter raiva de Jacó. Mas, se humilhou. Esta humildade contribuiu para a restauração da amizade daqueles irmãos.
Sem a iniciativa de ambas as partes, o muro permanece, a indiferença continua. É preciso haja um desarmamento das lembranças do passado, das mágoas, do ódio, e muitas vezes, dos próprios direitos, como aconteceu com Ésau. Ele foi ofendido mas não se vingou.
Assim também foi com Cristo. Ele foi ofendido, mas perdoou. 

O humilharam, cuspiram nele, mas ele perdoou. Acharam que foi pouco o que fizeram com Jesus e o crucificaram, mas Ele disse: “Pai perdoa-lhe, porque não sabem o que fazem”. A INICIATIVA DO PERDÃO, É A ATITUDE MAIS NOBRE DE UM CRISTÃO QUE BUSCA A RESTAURAÇÃO DE SUA COMUNHÃO COM IRMÃOS.


2.2 - Podemos restaurar uma comunhão através de uma uma verdadeira experiência com DeusA experiência do encontro de Jacó com Deus em Gênesis 32, o fortalece e o encoraja a buscar o conserto de seu relacionamento com Esaú. Frederico Dattler comenta: “Jacó precisava ser encorajado nas vésperas do encontro tão temido com Esaú, bem como se certificar da presença prometida por Deus”.

As experiências com Deus que motivaram Jacó foram as seguintes: 1) Jacó encontra-se com Deus no vale do Jaboque. 2) Deus muda seu nome para Israel. Jacó significa “Usurpador” e Israel significa “aquele que luta com Deus”. As experiências de Jacó com Deus o fizeram ver que ele precisava buscar restauração de sua comunhão com o irmão.

Atenção irmão: Situações de conflito ou comunhão rompida, sempre revelam aqueles que realmente tem uma verdadeira conversão e experiência com Deus. nestas horas, O verdadeiro cristão procura o caminho da reconciliação e do perdão. O falso cristão procura o caminho, da contenda, da confusão e da desunião.


2.3 - Podemos restaurar uma comunhão rompida com atitudes concretasO texto diz: “Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se -lhe ao pescoço, e o beijou; e choraram” v 4. As atitudes de Esaú e Jacó demonstram que houve uma real restauração. O pai do filho pródigo deu provas do desejo de reconciliação. Ele fez uma festa para o filho que voltava. Leia Lucas 15:11-32.

DEUS NÃO ACREDITA APENAS EM NOSSAS PALAVRAS. DEUS OBSERVA TAMBÉM ATITUDES. 

Veja o que diz a palavra de Deus em I João 4:20: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.”

AS ATITUDES FALAM MAIS QUE PALAVRAS. Não adianta dizer: eu perdoei meu irmão se nossas atitudes não revelam a presença do perdão. PELOS FRUTOS SOMOS CONHECIDOS. Quem perdoa, dá provas disso. Se a frieza e a indiferença permanecem não houve um real reconciliação e perdão. O muro permanece separando os corações e sentimentos das pessoas. Mas, em nome de Jesus estes muros vão cair, e o amor vai prevalecer!!!!


2.4 - Podemos restaurar uma comunhão rompida quando o passado é colocado no esquecimento.2 Coríntios 5:17 diz: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”
Gosto muito deste “se alguém está em Cristo”. De fato, quando estamos em Cristo o passado é colocado no esquecimento.
Quem perdoa, esquece e deve dar provas disso. Se uma pessoa não está em Cristo, então ela vive alimentando o passado, e passando na cara dos outros todas as experiências negativas do passado. Além disso, vive ressuscitando o passado.
Deus quer curar lembranças. Em vez de pessoas que vivem alimentando coisas passadas. Deus quer nos transformar em pessoas que sempre estão olhando para frente e sonhando com os projectos de Deus.


3. Conclusão

Se conseguirmos viver em plena comunhão com nossos irmãos viveremos em plena comunhão com Deus. Deus quer nos levar a uma vida abundante que só poderá ser experimentada quando formos capazes de experimentar uma restauração de todos os nossos relacionamentos e a prática do perdão.


Autor: Josias Moura