"Não se aparte da tua boca o livro desta lei antes medita nele dia e noite"Josué1:8


domingo, 16 de outubro de 2011

Seitas e Heresias

O NASCIMENTO DE UMA SEITA


Os demônios príncipes e generais conversavam em confusão explosiva dentro do salão, soltando maldições, quando finalmente chegou o mentor da idéia, que devido aos enormes serviços prestados à causa do mal, colaborando na fundação de tantas falsas religiões, fora dotado pelo príncipe das trevas de grande poder sobre os demais demônios.

O estranho e volumoso espírito apareceu na porta principal e não precisou dizer qualquer palavra para que todos se calassem. Ele passou lentamente entre os demais demônios presentes, que eram por volta de um cento, chegou na frente do auditório e estendeu os braços abertos, fitando a platéia com ódio. Ficou por alguns instantes observando e depois deu alguns passos para frente, fazendo com que todos tremessem — alguns chegaram mesmo a recuar um pouco. O som de seus passos ecoava e foi o único ruído ouvido até que ele abriu a boca para falar. A força do hálito do Baal fez com que alguns demônios que estavam mais próximos fossem lançados para trás, precisando se apoiar uns nos outros para não caírem. Então ele falou:

— Todos vocês já sabem o motivo desta reunião! — O enxofre soprava em mechas escuras de suas ventas, as presas à mostra. — Eu convoquei os melhores para essa missão, que espero seja a maior desde a instituição das imagens de escultura dentro da igreja. Se o nosso inimigo pretende alcançar os confins da terra com a sua religião, nós vamos fazer o mesmo e criar uma religião com a finalidade de cobrir todo o território terrestre antes dele.

Ele fez seus enormes dedos tamborilarem, olhou com fúria para nada em particular, e continuou:

— Esses humanos... Eu os farei adoradores de nosso senhor tão maravilhosamente maléfico... (Seus punhos fechados estrondearam sobre as pedras de uma espécie de mesa). Há coisas demais em jogo, um excesso de coisas já foram estabelecidas e preparadas...

O odioso espírito tentou descontrair-se, inclinando-se para trás e deixando que sua língua rolasse pelos beiços.

— Os santos de Deus estão crescendo de modo inadmissível, há menos de um século eram tão poucos... Trabalhamos com tanto afinco, mas temos perdido terreno. É hora de fazer alguma coisa e não podemos cometer erros. Já encontrei o humano que dará início à obra, procurei e analisei por 23 anos, mas só agora encontrei a pessoa certa, com todas as características necessárias.

Nessa hora um espírito que estava no meio da platéia deixou escapar:

— Vinte e três anos? Foi preciso tanto tempo?

O Baal fitou-o furioso. O ser espectral curvou-se reverentemente e recuou.

— A escolha tem que ser certa, não podemos errar, um pequeno erro seria fatal e tudo iria pelos ares. — Sua cara bestial ficou mais fechada e amarga. — Tudo estava indo bem até que aqueles homens insignificantes começaram a orar e puseram-se a chorar diante de Deus, até que começaram a reivindicar de novo o poder da...

— Da cruz... — Ofereceu um demônio que estava lá no fundo.

A espada do Baal zuniu através dos ares e por uns centímetros não atingiu o infeliz auxiliar. Diversos príncipes o agarraram e lançaram para fora do auditório.

Aquela palavra fez com que o Baal começasse a caminhar suavemente, tão silenciosamente que parecia flutuar. Depois permaneceu absolutamente imóvel por alguns minutos, e de repente bradou:

— Não quero saber de cruz na minha religião! Vamos mudar isso na Bíblia deles, vamos tirar de lá essa palavra insuportável, inaceitável, intolerável...

— Vamos substituí-la por “madeiro” ou “lenho” — sugeriu um demônio que parecia se destacar da maioria por sua inteligência — Ou por que não “estaca”?

Com sua cara quase humana o Baal fitou-o seriamente por alguns segundos, e o palpiteiro já estava começando a se arrepender do que tinha falado quando viu o Baal aplaudi-lo desajeitadamente:

— Por essa idéia vou colocá-lo como líder sobre muitos! Fabulosa idéia... — Novamente ele surrou a mesa com um forte murro, e continuou:

— Meu príncipe prometeu que assim que todos os planos estiverem prontos e as idéias solidamente delineadas, colocará sob o meu comando os seus melhores guerreiros. Portanto nós temos a missão de preparar os esboços para que eu possa levá-los ao seu conhecimento o mais breve possível. Gostaria de terminar essa etapa do plano com urgência e vou precisar da ajuda de vocês. Aqueles que derem as melhores idéias terão as maiores honras e citarei os seus nomes com as minhas recomendações quando estiver com o meu príncipe.

Estas palavras fizeram com que os demônios começassem a falar em um alarido ensurdecedor, alguns soltando um vapor amarelo pela boca, tão denso como fumaça de charuto. O local se encheu de uma neblina pesada e pútrida. O Baal desembainhou sua espada e deu alguns passos à frente, suas negras asas encheram o ambiente e ribombaram como trovão. Isso foi suficiente para que todos fizessem silêncio.

— Quero que saibam que pretendo traduzir novamente toda a Bíblia, moldando-a segundo as nossas necessidades. A base da tradução será o nome de Deus, que foi cortado da maioria das edições existentes, uma falha dos tradutores que será o nosso maior trunfo. Vamos dar total ênfase ao nome de Jeová e fazer com que não se compreenda a realidade do sacrifício da...

— Estaca... — Arriscou um engraçadinho. Foi grande o alarido das risadas, mas o Baal deixou passar em branco o gracejo, porque na verdade apreciara muito esta idéia de “estaca”. Por isso ele continuou normalmente, agindo como um paisão compreensivo que deixa passar sem castigo uma traquinagem.

— Como todos sabem, não basta apenas clamar o Nome de Deus, Jeová, para alcançar a salvação, mas crer no seu Filho por meio da orientação do Espírito Santo. Então a idéia principal é fazer com que se confundam os nomes do Pai e do Filho, levando o Filho a uma importância menor do que é necessário para te-lo como Salvador, e que não possam crer na orientação e consolação do Espírito Santo, fazendo com que se pense que Ele é apenas uma força provinda de Deus. É do conhecimento de todos que é por meio do Espírito Santo que os homens são convencidos do pecado e levados a Jesus, mas na nossa Bíblia o seu nome será até escrito com letras minúsculas, para lhe dar importância menor.

Após pequena pausa e respirando profundamente com suas enormes narinas dilatadas, que soltavam invariavelmente uma fumaça negra amarelada, ele continuou:

— Levaremos os homens a blasfemar, pois ensinaremos a eles que a unção do Espírito Santo para curas, profecias, etc., terminou na era apostólica, usando o texto de Paulo, que diz que havendo dons, cessarão. Não acreditando que os poucos verdadeiros cristãos estão pregando ou orando sob o poder do Espírito Santo, eles blasfemarão como fizeram aqueles que disseram que Jesus nos expulsava pelo poder de Belzebu.

Diante destas palavras o auditório todo começou a aplaudir. O Baal bufou uma risada escarninha através das largas narinas. Quando o barulho infernal se acalmou um dos demônios da platéia arriscou uma idéia:

— Já que vamos traduzir novamente a Bíblia, porque não tiramos dela esse negócio de Natal? Essa época do ano me atordoa, com os homens dando glória a Deus por ter enviado seu Filho ao mundo, as igrejas fazendo vigílias e cantando aqueles sonolentos e irritantes cânticos natalinos...

Após pensar por alguns instantes, o Baal respondeu:

— A sua idéia não é de todo má... Aliás, pode até ser boa! Não podemos excluir da Bíblia o advento de Jesus, mas podemos fazer com que os homens não o queiram comemorar...

— Jesus mandou comemorar a sua morte com a santa ceia, e não o seu nascimento! — Berrou um demônio nervosamente.

— Ora, vocês são melhores do que eu pensava! — elogiou o Baal. — Sim, apesar de que Jesus não mandou ninguém comemorar a sua morte, apenas lembrar-se dela na santa ceia... Mas nós poderemos fazê-los pensar que devem comemorar a morte dele e não o seu nascimento. Colocarei isso em minhas anotações.

— Já que não vai mais haver Natal, não poderia do mesmo modo não haver mais festas de aniversário? — Interrompeu um espírito um tanto simplório, que explicou:

— Não suporto ver os crentes agradecendo a Deus por um ano mais de vida e fazendo cultos de agradecimento. Vamos dar um basta nisso também!

— Sim, chega de Natal, chega de festas de aniversário! — Bradaram todos.

Novamente o Baal teve que esperar as coisas se acalmarem para continuar. Mas ele estava interiormente feliz, já que aqueles demônios vinham apresentando boas idéias. Ele chegou a murmurar para si mesmo: Como não pensei nisso? Mas antes que continuasse a falar surgiu outra idéia:

— Até mesmo essa tal de ceia santa poderia ser abolida...

— E porque não? — disse o Baal, entusiasmado — Vamos por isso na pauta, mas não podemos adulterar excessivamente a Bíblia, para não chamar muito a atenção. Talvez pudéssemos fazer com que somente alguns tomassem a tal ceia, apenas os líderes maiores, os demais poderiam apenas passar a taça de mãos em mãos.

— Por que não apenas os cento e quarenta e quatro mil mencionados no Apocalipse? — Sugeriu um demônio pequeno e sombrio, que foi alvo das risadas dos demais. Mas o Baal acudiu-o:

— Por que estão rindo, estúpidos, não percebem que a idéia dele é executável? Tudo que está na Palavra pode ser usado a nosso favor. A idéia dele está sendo colocada em minhas anotações, para estudo posterior. Mas quero que me ajudem a delinear duas doutrinas importantes que pretendo instituir: a doutrina do aniquilamento dos não aprovados, acabando de vez com essa idéia de “fogo eterno”, argumentando que um Deus bondoso não faria isso jamais, e a doutrina da vida eterna na terra e não nos céus...

— Deixe o céu só para os cento e quarenta e quatro mil — gritou um espírito estranho, que mais parecia uma aranha, mas que depois de falar começou a rodopiar insanamente no ar como uma andorinha enlouquecida. O silêncio repentino era dissonante. O Baal tirou a sua espada e partiu em dois o insensato, que se desfez transformando-se numa nuvem de gases. Partículas esfrangalhadas do espírito flutuaram em todas as direções, deixando uma trilha de fumaça vermelha que se foi dissolvendo até desaparecer. Depois o Baal falou, com deleite diabólico:

— A idéia é aceitável, mas não tolero esse tipo de atitude. Exijo respeito na minha presença! — Seus beiços se espicharam, abrindo-se, e os dentes pontiagudos bateram e rangeram quando ele sibilou uma tenebrosa risada:

— Com que facilidade os homens podem aceitar as mentiras mais chocantes, desde que a Verdade seja sutilmente distorcida! Faremos nossos seguidores arrumar problemas com o governo, pois não quero que sirvam o governo terreno, mas que sirvam somente a nós e ao nosso príncipe!

Pousando seus olhos hediondos na platéia silenciosa, o Baal continuou:

— Quero que meus seguidores sejam fiéis a nós, mesmo que ridicularizados, aliás, desejo que sejam constantemente achincalhados e enxotados das portas das casas a que os enviarei. Serão chacoteados e pensarão que estão agradando a Deus, serão ridicularizados com problemas diversos, como o da transfusão de sangue — único meio de salvar vidas em alguns casos — arrumarão problemas com os governos, com as leis das suas nações, serão ridicularizados por não comemorar o Natal, por fugir de festas de aniversários, por passar a taça de mãos em mãos na santa ceia sem tomar sequer uma gota, por acreditar em nossos prodígios de mentira, cair em nossas astutas ciladas e aceitar nossos dogmas sutilmente corrompidos. Eles nos servirão com dedicação pura e apaixonada, tudo isso sob o título de cristianismo, um falso cristianismo que não leva a nada que não seja o fundo do abismo.

Depois destas palavras o Baal foi novamente aplaudido e o alarido cresceu com amplitude fantasmagórica.

— Que estrategista! Que colocador de armadilhas! Que armador de ciladas! — Eram alguns dos elogios que se podia ouvir. O Baal continuou, agora em tom de extrema circunspecção:

— Vamos iniciar brevemente a nossa obra... Quero todos vocês orando, dedicando muito tempo e adoração ao nosso senhor supremo e ele responderá com grande favor para conosco. O tempo está do nosso lado. Esses seres humanos são apenas feitos de carne, de barro, e serão facilmente confundidos. E quando a nossa obra começar a dar frutos, teremos a nossa larga recompensa. Todos vocês terão a sua própria congregação, quando a obra começar a crescer, cresceremos junto com ela, seremos glorificados por nosso senhor e teremos um povo extremamente fiel para nos servir.

Nesse momento um dos demônios mais entusiasmados arriscou fazer a pergunta que já estava na mente da totalidade dos presentes:

— Como é o nome do homem que usaremos para dar início a esta obra tão engenhosamente diabólica?

Fez-se grande silêncio no recinto antes que o Baal respondesse, o rosto tétrico como o de um monstro horripilante:

— O nome dele é Russel...



Tabela de Religiões e Seitas comparadas — nº1
(Compilada pelo CPR - Centro de Pesquisas Religiosas)

 

Nome do grupo Fundador Mensagem Igreja Deus Jesus Salvação Ressurreição
de Jesus
Escrituras
Cristianismo Bíblico (Protestantismo) Jesus Cristo Jesus morreu para salvar pecadores Aqueles que são salvos Trindade
três pessoas em um Deus
Deus em carne. 2ª pessoa da Trindade Pela Graça,
através da Fé somente
Jesus elevou-se no mesmo corpo em que Ele morreu A Bíblia somente
(66 livros)
Catolicismo Romano Jesus, sobre a pedra que é Pedro (considerado como primeiro Papa) Sacramentos, caridade, culto a Maria e aos "Santos" Os membros da Igreja Católica Apostólica Romana Trindade
três pessoas em um Deus
Deus em carne. 2ª pessoa da Trindade Fora da Igreja Católica Apostólica Romana não há Salvação Sim A Bíblia (+ 7 livros apócrifos) + a Tradição (Dogmas)
Legião da Boa Vontade - LBV Alziro Zarur(04-03-1949) Assim como Jesus, todos poderão alcancar a perfeição após muitas reencarnações. Todos são cristãos independente da religião Impessoal Não é Deus nem teve corpo humano Através da caridade e reencarnações sucessivas Não Livros da LBV
Espiritismo Kardecista Dr. Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo
Allan Kardec (1857)
Assim como Jesus, todos poderão alcancar a perfeição após muitas reencarnações. O Espiritismo é a Igreja restaurada e o Consolador prometido por Jesus Impessoal Não é Deus nem teve corpo humano Através da caridade e reencarnações sucessivas Não Livros de Allan Kardec e outros
Testemunhas
de Jeová
Charles Taze Russell
(1852-1916) Fundada em 1881
Jesus abriu a porta para conquistarmos nossa salvação 144.000 ungidos que irão para o céu Jeová, que é uma só Pessoa Não é Deus; é o Arcanjo Miguel, a primeira e única criatura de Jeová Obedecendo as ordens da Sociedade Torre de Vigia Não Bíblia deles (Tradução do Novo Mundo) + literaturas dos líderes
Maçonaria Anderson e Desagulliers
(Londres, 1717
Buscar o próprio aperfeiçoamento Impessoal como força superior Um grande mestre semelhante a Buda, Maomé, e etc. "Erguer templos à virtude e cavar masmorras aos vícios" Não Rituais e manuais secretos
Adventistas
do Sétimo Dia
Ellen Gould White
(1860)
Crer em Jesus e observar a Lei Somente os adventistas Trindade
três pessoas em um Deus
Deus em carne. 2ª pessoa da Trindade Guardando o sábado e os mandamentos Sim Bíblia e livros de Ellen White
Mormonismo Joseph Smith (1805-1844) fundado em 1830 Alcançar a divindade pelas ordenanças do evangelho mórmon Membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias Tríade
3 deuses
Não é Deus. É irmão de Lúcifer e dos homens Salvação pelas boas obras da igreja mórmon Sim A Bíblia, Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios, Pérola de Grande Valor
Teosofia Madame Helena Blavatsky (1831-1891) fundada em 1875 Deus é um princípio Um grande Mestre Não A Doutrina Secreta, Isis sem Véu,
A Chave para a Teosofia e A Voz do Silêncio
Ciência Cristã Mary Baker Eddy (1821-1910 Crenças religiosas extraídas dos ensinos de Jesus. Rejeitam a expiação Uma coletânea de idéias espirituais Presença Impessoal Universal Um homem afinado com a consciência divina Pensamento
correto
Não Ciência e Saúde com Chave para as Escrituras, Miscelânea
Unitarismo Charles Filmore(1854-1948) fundado 1889 Os princípios gerais do Unitarismo Uma coleção de idéias espirituais Força Universal Impessoal Um homem, não o Cristo Adotando a correta Unidade através de principios Não Revista Unitarista, Dicionário Bíblico de Metafísica



Tabela de Religiões e Seitas comparadas — nº2
(Compilada pelo CPR - Centro de Pesquisas Religiosas)

Nome do grupo Fundador Mensagem Igreja Deus Jesus Salvação Ressurreição
de Jesus
Escrituras
Moonismo Sun Myung Moon(1920) Igreja da Unificação Deus é tanto positivo como negativo. Não há Trindade. Deus precisa de Moon para fazê-lo feliz Jesus foi um homem perfeito, não Deus. Jesus falhou em sua missão. Moon vai completar sua obra Obediência e aceitação dos verdadeiros pais (Moon e sua
esposa)
Jesus não ressuscitou fisicamente Princípio divino por Sun Myung Moon, Esboço do Princípio, Nível 4 e a Bíblia
Cientologia Ron Hubbard(1954) Todos são "thetans", espíritos imortais com poderes ilimitados Rejeita o Deus revelado na Bíblia. Raramente mencionado. Jesus não morreu pelos pecados de ninguém Salvação é a libertação da reencarnação Dianética: A Ciência Moderna da Saúde Mental, e outros de Hubbard, e A Chave para a Felicidade
Meninos de Deus Daniel Brandt Berg (1968) Desistir de tudo para seguir a Jesus. Já usaram a prostituição para atrair novos adeptos Família do Amor Pai, Filho e Espírito Santo, mas não Trindade Foi uma criação de Deus. Cartas MO - cartas escritas por David "Moses" Berg. Mesmo nível de inspiração do Antigo e Novo Testamentos
Nova Era Todos são deuses e só precisam se conscientizar disso Deus é uma força impessoal ou princípio, não uma pessoa. Tudo e todos são Deus. Não é o verdadeiro Deus nem Salvador, mas um mestre elevado O mau carma tem que ser compensado com bom carma Jesus não ressuscitou fisicamente, mas subiu a um nível espiritual mais alto Escritos I Ching, hindus, budistas, taoístas, crenças americanas nativas e magia em geral
Hinduísmo O homem deve se conformar com sua condição para alcançar uma vida melhor na próxima encarnação O Absoluto. Um espírito universal (Brahman). Vários deuses são manifestações dele É um mestre ou avatar (uma encarnação de Vishnu). Sua morte não foi expiatória Libertação dos ciclos de reencaranção, e absorção em Brahman alcançadas através da Yoga e meditação. Vedas, Upanishads, Bhagavad Gita
Budismo Buda (Siddartha Gautama em 525 a.C.) O alvo da vida é o Nirvana para escapar do sofrimento Não existe. Buda é considerado por alguns como uma consciência universal iluminada O Nirvana (inexistência) que pode ser alcançado seguindo-se o Caminho das Oito Vias A Tripitaka (Três Cestos),que têm mais de100 volumes
Islamismo Maomé (610 d.C.) Só Allah é Deus e Maomé o seu profeta Alá, um juiz severo. Não é descrito como amoroso É um dentre mais de 124 mil profetas enviados por Deus a várias culturas. Não é Deus, não foi crucificado, voltará para viver e morrer O equilíbrio entre as boas e más obras determina o destino eterno no paraíso ou no inferno Não ressuscitou, porque não morreu Corão e Hadith. A Bíblia é aceita, mas considerada corrompida
Judaísmo Deus (o Eterno), através de Abraão, formou o povo escolhido O Eterno é o único Deus O Eterno, chamado de Jeová ou Iavé Simples judeu Obediência à Lei e aos Mandamentos Negam Tanach (o Velho Testamento), dividido em Lei, Profetas e Escritos
Umbanda Solução de problemas imediatos com a ajuda dos espíritos Zambi é único, onipotente, irrepresentável, adorado sob vários nomes Oxalá novo Prática de caridade material e espiritual como meio de evolução cármica Tradição oral
Candomblé Primeiro templo erguido na Bahia, na primeira metade do século XIX Dança religiosa de origem africana através da qual as pessoas homenageiam seus orixás Olodumarê, criador de todas as coisas, eterno e todo-poderoso Ao morrer o candomblecista vai para o Orum( nove céus sob o comando de Iansã) Tradição oral
Ateísmo A evolução é um fato científico, portanto ética e moral são relativas Não há Deus ou diabo, uma vez que não podem ser provados cientificamente Jesus foi um mero homem Não há vida após a morte Não há ressurreição, pois não existem milagres
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Algumas seitas

INTRODUÇÃO
Muitos de nós já foram abordados, na porta de casa ou nas ruas, por pessoas visivelmente simples, portando bolsas ou pastas das quais tiram alguns exemplares de revistas ou folhetos, que tentam vender-nos enquanto propõem um curso bíblico gratuito a domicílio. Intitulam-se “Testemunhas de Jeová” ou apresentam-se estrategicamente sob o título de Estudantes da Bíblia. Se nos identificamos como cristãos professos, de imediato abordam temas polêmicos, para questionar-nos: Você crê na Trindade? Ou: Você pode provar-me onde existe a palavra trindade na Bíblia? Ainda outras questões semelhantes.

As Testemunhas de Jeová são persistentes em sua argumentação e abordagem. Citam textos bíblicos decorados com uma destreza invejável. Embora se apresentem como estudantes da Bíblia, não são cristãos, nem conhecem a Palavra de Deus como pretendem fazer-nos crer. Trabalham com muito empenho e esforço. Por que o fazem? Em que acreditam?


1. CONHECENDO AS ORIGENS DA SEITA

Como veremos, seu corolário de doutrinas desprovidas de fidelidade e legitimidade bíblica, ferindo gritantemente a Cristologia em que a fé evangélica se apóia e que defende, faz dela uma seita à margem do Cristianismo puro, e infelizmente, voltada para denegri-lo, a fim de prevalecer.

1.1. Fundação

A seita surgiu oficialmente no ano de 1879, com a fundação da Torre de Vigia de Sião, por Charles Taze Russel, que era por tradição um cristão de formação presbiteriana mas perturbado em suas convicções acerca do juizo de Deus sobre o pecado dos homens. Russel recebeu forte influência de N.H.Barbour, do Adventismo do Sétimo Dia, após abandonar as fileiras da fé evangélica. Mas como passou a discordar das interpretações adventistas acerca da Volta de Cristo, logo abandonou o movimento, fundando sua própria seita, da qual se constitui mestre. Com o lançamento de um folheto intitulado Alimento para Cristãos Que Pensam, Russel atraiu muita gente aos seus ensinos, ao afirmar e procurar provar que os ensinamentos da Igreja Cristã eram enganosos: não existia inferno nem eleição do

Homem pela graça de Deus. Em Pittsburgh, ele fundou o chamado Grupo de Estudo Bíblico e começou a editar revista bimestral intitulada O Atalaia. Em 1884 o grupo de seguidores de Russel conseguiu licença governamental do Estado de Pennsylvania para registro da seita. Mesmo tendo frustrado seus seguidores ao prever a volta de Cristo para o ano de 1914, vindo a falecer em 1916, ela não se desfez, mas continuou a crescer, com a substituição de Russel pelo advogado J. F. Rutherford, que assumiu o posto de presidente da Sociedade em 1917 e fundamentou as doutrinas de Russel, arranjando justificativas para seus erros e indo além, ampliando em muito o escopo doutrinário da seita.

1.2. A denominação

A atual denominação, Testemunhas de Jeová, foi assumida na gestão de Rutherford em 1931 com o propósito de distingui-los de outros grupos russelitas de anteriores dissensões na seita. E prevalecer até hoje. Advogam este título sobre a texto de Isaías 43.10, alegando serem as únicas testemunhas de Jeová, e ferindo de frente a declaração de Jesus em Atos 1.8, quando diz: …e ser-me-eis testemunhas. Se admitimos ser testemunhas de Jesus, estarão inegavelmente equiparando-O a Jeová, o que não querem consentir.


2 - EM QUE CRÊEM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?

Arrogando-se oráculos de Deus, crêem-se os únicos detentores da verdadeira revelação que continua em processo de crescimento, e por isso, afirmam que Jesus voltou invisivelmente à Terra no ano de 1914, quando estabeleceu seu Reino aqui, para governar o planeta através das Testemunhas de Jeová. Ainda segundo eles, aquelas Testemunhas de Jeová que estavam vivas por ocasião dessa vinda invisível de Cristo, não morrerão até que Ele traga o Armagedom, a batalha final em que destruirá todos os seus inimigos, ou seja, todos os que não pertencerem à Sociedade Torre de Vigia (E se vão já 83 anos!). Em que mais crêem? Vejamos alguns outros pontos fundamentais:

2.1. Cristianismo

Para além dessa escatologia confusa e anti-bíblica, as Testemunhas de Jeová ainda pregam que o Cristianismo desapareceu da terra logo após a morte dos apóstolos e só foi restaurado por Charles Taze Russell no último quartel do século passado. Todos os que se entendem cristãos, professam uma fé satânica.

2.2. Restrições

Proíbem a comemoração de aniversários, alegando que dois aniversários mencionados na Bíblia foram festejados em torno da morte e destruição (o Faraó e o de Herodes); proíbem a transfusão de sangue em qualquer situação porque afirmam que a alma está no sangue, e quem aceita ou doa sangue, o que seria condenado pela Lei de Jeová.

2.3. Cristo

Crêem que Jesus Cristo foi criado por Deus no céu como o arcanjo Miguel, e encarnou como Seu filho para restaurar o homem do pecado de Adão, sem lhe garantir vida eterna, somente uma condição melhor de vida na terra. Jesus é o filho de Deus, e portanto Cristo é um deus, ou seja, é poderoso, mas não o Todo-Poderoso, como se fosse um deus menor.

Testemunhas de Jeová não reconhecem Jesus Cristo como Senhor e Salvador

Travestida de igreja cristã,a seita Testemunhas de Jeová tem "batizado nas águas" muitas pessoas desavisadas e utilizado,deturpadamente,a Palavra de Deus dos durante o congresso anual das Testemunhas de Jeová,cujo tema foi "O caminho de Deus para a vida", e quem reuniu,em três dias,pelo menos dez mil pessoas."Agora é servir a Jeová de todo o coração",comemorava a estudante Daiane Nunes da Silva Carvalho, de 12anos,que estudou durante três anos para ser batizada.
De acordo com a seita, as pessoas só podem passar pelo ritual depois de estudar a Bíblia,fonte básica de informação para que faz opção por ser testemunha de Jeová,mas ela não explica,no entanto,que a doutrina pregada,na vedade,tratada chamada Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.
Entre canções e conferências realizadas pelos líderes espirituais da seita,foi apresentada uma dramatização, a fim de retratar as situações por que passam as famílias,principalmente em se tratando de jovens.O drama foi uma encenação que intercalou "passagens da Bíblia" e uma representação em forma de debate familiar.

Transfusão de sangue


Um assunto que não pe abordado nas dramatizações da seita é a questão da transfusão sanguinea.É que os fiéis são proibidos de doar sangue.Nos Estados Unidos,por exemplo,uma jovem morreu porque precisava de uma transfusão, e como sua família era desta seita,ficou proibida de receber a mesma.Ora,doar é um ato de amor e,portanto,atributo de quem segue a Palavra de Deus.Uma doutrina que rejeita ato tão solidário como a transfusão de sangue está ignorando o principal mandamento de jesus que é o amor.Semelhantemente aos de muitas denominações religiosas, os seguidores das Testemunhas de Jeová não adoram a imagems.
Nos batismos,a maioria é composta de mulheres.Em cerimônia feita po imersão numa piscina improvisada, o número foi de 167 mulheres para 122 homens.Inezina Santos,de 50 anos,que foi batizada,diz que, depois do ritual,sentiu "uma mudança extraordinária na vida".Falsamente,a seita diz ao membros para aprenderem a seguir os passos de Jesus Cristo.

Doutrina anticristã


Pastores da seita Testemunhas de Jeová afirmam que ela é a única certa e que as outras são manipuladas por satanás. Antes de chegarem ao batismo,as pessoas são repentinamente abordadas nas ruas e casas pelos "servos do senhor",que pregam a palavra de Jeová utilizando revistas,como Torre da Vigia e A sentinela,vendidas a um preço acessível, e que enfocam temas do cotidiano e a vinda de Jeová.A partir dali,reuniões são feitas com os novos interessados até serem batizados e,então,seguirem as regras da seita.A Bíblia é o instrumento usado pelos seguidores apenas como mera fonte.
Existem aspectos evidentes que comprovam a diferença entre Testemunhas de Jeová e a verdadeira doutrina cristã. o príncipal deles é que a falsa seita não acredita em Jesus Cristo como a Bíblia O anuncia.Nega sua dinvidade e desconhece a Sua verdadeira missão.Diz que o Espírito Santo é uma força ou um fluido que emana de Jeová, "semelhantemente à brisa brisa ou ao vento",conforme se constata no livro Seja Deus Verdadeiro.
Isso é falso,segundo a Bíblia,porque nela Jesus Cristo diz que o Espírito Santo fala e ensina, mostrando que Ele é a terceira Pessoa.As Testemunhas de Jeová não cêem na Trindade e questionam,também,a segunda vinda de Jesus Cristo ao mundo.Existem várias passagens na Bíblia Sagrada,porém,que mostram que a Trindade existe.De acordo com o livro Religiões,Seitase Heresias,publicado pela Igreja Universal do reino de Deus,o fato de não existir na Bíblia o vocábulo Trindade não quer dizer que ela não exista.Em 2 Coríntios 13.13,a existência da Trindade é clara:"a graça do Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus,e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós".


Maus procedimentos


Uma das maneiras de se questionar uma seita,muitas vezes,é conhecer a vida do seu fundador.Charles Taze Russel, adventista,criou sua "religião".Falsamente conhecedor das línguas originais das Sagradas Escrituras, Russel conseguiu o que queria:fundou a Sociedade da Bíblia e Tratadores da Torre da Vigia ou Testemunhas de Jeová, nome mais conhecido.
Russel,na verdade,não passou de um homem ambicioso que se considerava espiritualizado para dirigir um rebanho de gente cultuava a Jeová.
Russel foi adúltero.Enquanto maltratava a esposa,mantinha relações íntimas com a empregada Rose Ball, o que levou ao divórcio.Escândalo maior,ainda,aconteceu quando se descobriu que Russel aplicava golpes em pessoas humildes,induzindo moribundos a doarem bens à sua organização.A Bíblia adverte: "assim como, no meio do povo,surgiram falsos profetas,assim também haverá entre vós falsos mestres,os quais introduzirão, dissimuladamente,heresias destruidoras,até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição"(2Pedro 2.1).
As Escrituras Sagradas mostram que o povo que segue Cristo e reconhece a existência da Trindade é testemunha das suas obras."Recebereis poder,ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra".(Atos 1.8).

Pr. Cléber G. Alho


Aventista do Sétimo Dia

ADVENTISTAS: POR QUE NATAL SIM, DOMINGO NÃO?
Os Adventistas do Sétimo Dia gostam de explorar o lado “pagão” do Domingo. Em quase todos os seus livros que tratam do assunto trazem afirmações por demais severas com respeito ao primeiro dia da semana. Por exemplo, Ellen G. White - a profetisa do movimento – disse a respeito do domingo: “...foram os passos por que a festividade pagã alcançou posição de honra no mundo cristão” (O Conflito dos Séculos, pág. 573). Outro autor adventista citando uma autoridade em história diz: “Lemos na North British Review, vol. 18, pág. 409, a seguinte declaração: "O dia era o mesmo de seus vizinhos pagãos e compatriotas; e o patriotismo de boa vontade uniu-se à conveniência de fazer desse dia, de uma vez, o dia do Senhor deles e seu dia de repouso...” (A. B. Christianini, Subtilezas do Erro, 2.ª ed., 1981, pág. 234.)
Mas Constantino adorava o sol no dia consagrado ao deus sol: o domingo.” (O Terceiro Milênio, Alejandro Bullón)
Bem, não restam dúvidas de que os adventistas acreditam mesmo que quem adora a Deus no domingo está na verdade adorando a Deus num dia pagão. A rejeição ao domingo se firma em três pressupostos básicos, a saber:
1. Escrituristica: Dizem que não há mandamento para se guardar o domingo na Bíblia.
2. Histórica: dizem que outrora tal dia era venerado pelos pagãos como “dies solis” ou dia do deus Mitra – deus solar. E por isto não devemos guarda-lo pois traz o estigma do paganismo.
3. Eclesiástica: dizem que a igreja romana mudou o sétimo dia da semana para o primeiro dia afim de congregar cristãos e pagãos debaixo da mesma bandeira. A conseqüência disso está em que muitos pagãos aceitaram o cristianismo nominalmente.
Semelhante o que fizeram as Testemunhas de Jeová com respeito aos alegados costumes “pagãos”, não festejando aniversários, ano novo, dia das mães mas em contrapartida usando aliança de casamento a qual dizem ser provinda do paganismo; os adventistas vão na mesma direção, de mãos dadas com respeito ao domingo.
Veja as declarações bombásticas de Ellen White sobre o Natal:
O Natal
Pág. 477
O Natal Como Dia de Festa
"Aproxima-se o Natal", eis a nota que soa através do mundo, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Para os jovens, de idade imatura, e mesmo para os de mais idade, é este um período de alegria geral, de grande regozijo. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção?
O dia 25 de dezembro é supostamente o dia do nascimento de Jesus Cristo, e sua observância tem-se tornado costumeira e popular. Entretanto não há certeza de que se esteja guardando o verdadeiro dia do nascimento de nosso Salvador. A História não nos dá certeza absoluta disto. A Bíblia não nos informa a data precisa. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para a nossa salvação, Ele Se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.
Pág. 478
A adoração da alma deve ser prestada a Jesus como o Filho do infinito Deus. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.
O Dia não Deve Ser Passado por Alto
Sendo que o dia 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, será difícil passar por alto este período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.
Natal - Ocasião Para Honrar a Deus (Capitulo 77 do livro: O Lar Adventista.)
Prestou bem atenção no que ela diz sobre o Natal? Em suma ela crê que:
1. Não existe base bíblica para comemora-lo;
2. Sua observância é popular e não bíblica;
3. A História não ajuda em nada;
4. Mesmo assim (não tendo base bíblica ou histórica) o dia NÃO DEVE ser passado por alto mas é uma ocasião para honrar a Deus.
O QUE ELLEN G. WHITE NÃO DISSE SOBRE O NATAL!
É claro que a srª. White não disse toda a verdade sobre o Natal, caso contrário teria de abandoná-lo, ainda mais se usar o mesmo critério que usou a respeito do domingo. Será que Ellen White como escritora e pesquisadora de história sabia de onde surgiu o Natal? É pouco provável que fosse ignorante no assunto. Contudo, a Enciclopédia Britânica diz textualmente:
Os cristãos substituíram a antiga festa romana do solstício de inverno pela do Natal, A piedade popular, movida pela ternura dos motivos da infância, enfatizou essa festividade. Uma de suas manifestações mais típicas são as canções ao Menino Jesus, acompanhadas por instrumentos tradicionais.
A festa do Natal foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério no ano 354. Na verdade, a data de 25 de dezembro não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas sim à substituição, com motivos cristãos, das antigas festas pagãs. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como sol de justiça (Malaquias 4:2) e luz do mundo (João 8:12), e as primeiras celebrações da festa na colina vaticana -- onde os pagãos tributavam homenagem às divindades do Oriente -- expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino.
A razão provável da adoção do dia 25 de dezembro é que os primeiros cristãos desejaram que a data coincidisse com a festa pagã dos romanos dedicada "ao nascimento do sol inconquistado", que comemorava o solstício do inverno. No mundo romano, a Saturnália, comemorada em 17 de dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, o Sol da Virtude. (©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda)
"A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal". (Enciclopédia Católica, edição de 1911)
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivlidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.”( The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge - A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog)
Você acha isto chocante? O pior ainda está por vir...Ellen White vai mais longe, incentivando até mesmo a ter árvores de natal dentro das igrejas!
"Devemos Armar uma Árvore de Natal?"
Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore.
A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.
“AS FESTIVIDADES DE NATAL E ANO NOVO PODEM E DEVEM SER CELEBRADAS EM FAVOR DOS NECESSITADOS.” Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar. Manuscrito 13, 1896.
Árvore de Natal com Ofertas Missionárias não é Pecado
Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as impressões divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente
Pág. 483
benéficas. Estou plenamente convicta de que inocentes substitutos podem ser providos para muitas reuniões que desmoralizam. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.
Providenciar Recreação Inocente Para o Dia
Não vos levantaríeis, meus irmãos e irmãos cristãos, cingindo-vos a vós mesmos para o dever no temor do Senhor, procurando arranjar este assunto de tal maneira que não seja árido e desinteressante, mas repleto de inocente prazer que leve o sinete do Céu? Eu sei que a classe pobre responderá a estas sugestões. Os mais ricos também devem mostrar interesse e apresentar seus donativos e ofertas proporcionalmente aos meios que Deus lhes confiou. Que se registrem nos livros do Céu um Natal como jamais houve em virtude dos donativos que forem dados para o sustento da obra de Deus e o reerguimento do Seu Reino. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.” (ibdem)
QUAL É A VERDADE SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
Ora a árvore de Natal está “carregada de símbolos pagãos”.
“Muito antes de existir o Natal, os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades deste mesmo dia do ano. A primeira referência a uma "Árvore de Natal" é do século XVI.Na Alemanha, famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou ser popular em todo mundo. O autor do livro "Babilônia: a Religião dos Mistérios", afirma: "A árvore de Natal, como a conhecemos, só data de alguns poucos séculos, embora a idéia a respeito de árvores sagradas seja muito antiga".Woodrow cita uma antiga fábula babilônica onde se diz que um pinheiro nasceu de um velho tronco morto, sendo que esse velho tronco representava Ninrode, que havia morrido, e o novo pinheiro que acabara de nascer era o mesmo Ninrode que estava vindo novamente a habitar em Tamuz. Ralph ainda diz que entre os Druidas, antigos sacerdotes, o carvalho era sagrado; entre os egípcios, sagrada era a palmeira; e em Roma, o abeto, uma planta ornamental, que era decorada com cerejas negras durante a Saturnália, uma festa em devoção ao deus Saturno. Woodrow, na mesma obra, também cita Odin, um deus escandinavo que, segundo crenças, dava presentes especiais na época do Natal àqueles que se aproximavam de seu abeto sagrado.”
Veja que tudo que se pode afirmar sobre o domingo, pode também, da mesma maneira, dizer
sobre a Natal e principalmente sobre as árvores de Natal! Eis como crêem os adventistas:
Domingo
Natal
Árvore de natal
Dia pagão
Relacionado a deuses pagãos
Cristianizado por Roma
Nasceu na devoção popular
NÃO PODE ser observado
Dia pagão
Relacionado a deuses pagãos
Cristianizado por Roma
Nasceu na devoção popular
PODE ser observado
Objeto pagão
Relacionado a deuses pagãos
Cristianizado por Roma
Nasceu na devoção popular
PODE ser observado
Os adventistas vão continuar obedecendo a sua profetisa na prática de um alegado costume “pagão” ou vão deixar o “espírito de profecia” na mão desta vez?
Muitos adventistas já estão dando conta da seriedade do problema e se debandando para o lado extremista das Testemunhas de Jeová. Sejamos coerentes: ou domingo, Natal e árvores; ou nem domingo nem Natal e nem árvores!
Veja que a IASD está usando dois pesos e duas medidas, assim como fazem as Testemunhas de Jeová...
NATAL SIM, DOMINGO NÃO. POR QUE? PENSE NISSO...
Autor Paulo Cristiano da Silva
 
Congregação Cristã do Brasil


Histórico


A Congregação Cristã no Brasil foi fundada pelo missionário Louis Francesco. Ele era pentecostal residia em Chicago, nos Estados Unidos. Dedicou-se ao trabalho de evangelismo, promovendo diversas conferências em várias cidades. Em todos os lugares por onde passava pregando o Evangelho, seus seguidores abriram e mantiveram Casas de Oração. Todos, especialmente os italianos, tinham grande consideração e respeito por ele, por seu trabalho e por sua vida íntegra. Viajou para Buenos Aires, juntamente com seus amigos Gugliemo Lombardi e Lucia Menria, abrindo lá uma Casa de Oração. Em 1910 foram para São Paulo fazer trabalho de evangelismo, principalmente entre os imigrantes italianos, nascendo então, a Congregação Cristã no Brasil. Em seguida, Francesco foi para o Norte do Paraná, onde deixou alguns seguidores, apesar da perseguição do catolicismo. Francescon voltou aos Estados Unidos e retornou varias vezes ao Brasil com a finalidade de supervisionar o trabalho que ele tinha iniciado. Atualmente, o templo sede está localizado no Brás, em São Paulo, com capacidade para quatro mil pessoas. A Congregação mantém relatórios anuais com o número de batismos realizados e Casas de Oração estabelecidas. De acordo com seus relatórios, mais de um milhão de pessoas já foram batizadas pela seita, que mantém quase oito mil Casas de Oração no país, principalmente em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Por que a (CCB ) é uma seita falsa?


Existem inúmeras razões que comprovam que essa seita é falsa e anticristã, pois nega ou torce algumas doutrinas básicas e fundamentais do cristianismo. A Congregação Cristã no Brasil jamais pode ser confundida como sendo uma religião cristã: ela é herética, confundindo os cristãos simples que pertencem a uma igreja cristã saudável. Ao se ler os artigos de fé da Congregação Cristã no Brasil, percebe-se que, no inicio do movimento não havia nada de herético com o grupo; entretanto, com o passar do tempo, a maioria dos propagadores do movimento não prega o que o seu fundador escreveu em seus artigos de fé. Isso se deve a falta de instrução e de conhecimento bíblico, pois os membros dessa seita são desincentivados quanto ao estudo bíblico e teológico. Com isso, as idéias pregadas pelos membros dessa seita são completamente diferentes do que Francescon expunha no inicio do século: são idéias antibiblicas, anticristãs e heréticas, embora haja pessoas dentro da Congregação que não acreditam nas grandes heresias pregadas pela seita, sendo pessoas cristãs, comprometidas com o reino de Deus. A seguir são apresentados os erros e as heresias mais enfáticas da seita:

Orgulho religioso


Uma das características de uma seita falsa á a afirmação que só a igreja deles está cena, caracterizando-se tal igreja como um grupo sectário, orgulhoso e que despreza e critica outra igrejas cristãs. A Congregação Cristã no Brasil, como tantas outras seitas, acredita que só eles estão certos, só eles são salvos; afirmam, também, que as demais igrejas evangélicas pregam mentiras e que não há salvação para aquele que não é batizado na Congregação Cristã. Tais homens são chamados de orgulhosos e ignorantes pela Bíblia, pois apesar de nada entenderem sobre Cristo, estão envaidecidos com a idéia de serem sábios (1ªTm 6.4), fazendo com que muitos crentes abandonem a simplicidade da fé cristã (1ªTm 6.4). Jesus classificou tais tipos de pessoas como hipócritas, que ensinam preceitos humanos ao invés da verdade divina (Mc 7.7,8).

Rebatismo em nome de Jesus


Os adeptos da Congregação rebatizam aquele que vem de outra igreja evangélica, afirmando que ele não foi batizado “em nome de Jesus”. Afirmam que Pedro recebeu uma nova revelação no dia de Pentecostes (At 2.3 8). Obviamente, essa explicação dada por eles é absurda, visto que Jesus não seria capaz de mudar a posição sobre esse assunto, a respeito do qual se manifestara poucos dias antes (Mt 28.19). Além disso, o sentido do texto de Atos 2.38 é “seja batizado sobre o nome de Jesus”, ou seja, significa que, aos judeus, a quem a mensagem foi dirigida naquele momento, repousariam sua esperança e confiança na autoridade messiânica. A literatura da Igreja primitiva, tanto do primeiro século quanto do segundo, testemunha claramente de que a Igreja sempre manteve a ordenança de Jesus em Mateus 28.19, batizando “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Um dos exemplos clássicos é o Didaque, também chamado de O Ensino dos Doze Apóstolos, escrito no começo do segundo século. O capitulo 7 é um manual a respeito do batismo, onde se afirma claramente que a Igreja Cristã Primitiva batizava em nome da Trindade, assim como Jesus ensinou em Mateus 28.19. Ademais, rebatizar alguém nunca foi prática da Igreja Cristã. Não há em o Novo Testamento nem na história da Igreja Cristã registro de rebatismo feito ou aprovado pelo ramo oficial e tradicional da Igreja. Quem sempre rebatizou foram os grupos sectários e heréticos, como os montanistas e donatistas, por exemplo, mas nunca a Igreja oficial. O único caso de rebatismo encontrado é em Atos 19, mas naquele caso os que foram rebatizados haviam sido batizados antedormente com o batismo de João, o qual possuía significado e aspecto até certo ponto diferentes do batismo cristão, instituído por Jesus momentos antes de subir ás alturas. A Bíblia é clara quando fala de “uma só fé e um só batismo” (Ef 4.5). Além do mais, a circuncisão era um ato sem repetição no tempo da antiga aliança e, por analogia, serve de precedente para o batismo na Nova Aliança, visto que o batismo cristão é paralelo da circuncisão judaica, segundo se aprende em Colossenses 2.11,12

A IDOLATRIA GREGA E ROMANA


Deuses Gregos e Romanos


NOME GREGO
NOME ROMANO
PAPEL NA MITOLOGIA
Afrodite
Vênus
Deusa da beleza e do desejo sexual (mitologia romana: deusa dos campos
e jardins)
Apolo
Febo
Deus da profecia, da medicina e da arte do arco-e-flecha (mitologia greco-romana posterior: deus do Sol)
Ares
Marte
Deus da guerra
Ártemis
Diana
Deusa da caça (mitologia greco-romana posterior: deusa da Lua)
Asclépio
Esculápio
Deus da medicina
Atena
Minerva
Deusa das artes e ofícios e da guerra; auxiliadora dos heróis (mitologia greco-romana posterior: deusa da razão e da sabedoria)
Crono
Saturno
Deus do céu; soberano dos titãs (mitologia romana: deus da agricultura)
Deméter
Ceres
Deusa dos cereais
Dioniso
Baco
Deus do vinho e da vegetação
Eros
Cupido
Deus do amor
Géia
Terra
Mãe Terra
Hefesto
Vulcano
Deus do fogo; ferreiro dos deuses
Hera
Juno
Deusa do matrimônio e da fertilidade; protetora das mulheres casadas; rainha dos deuses
Hermes
Mercúrio
Mensageiro dos deuses; protetor dos viajantes, ladrões e mercadores
Héstia
Vesta
Guardiã do lar
Hipnos
Sonho
Deus do sonho
Hades
Plutão
Deus dos mundos subterrâneos; senhor dos mortos
Posêidon
Netuno
Deus dos mares e dos terremotos
Réia
Cibele
Esposa de Crono/Saturno; deusa-mãe
Urano
Urano
Deus dos céus; pai dos titãs
Zeus
Júpiter
Soberano dos deuses olímpicos

Êx 20.4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

Algumas imagens idolatradas:

Acrópole em Atenas

Areópago em Atenas

Atena Antiga

Ruínas de Atenas

Coliseu em Roma

Ruínas de Corinto

Deuses Gregos e seus templos

Deusa Diana ou Artemis

Teatro em Éfeso

Ruínas de Éfeso

Rua de Éfeso

Egito, Rio Nilo

Egito e Sinai

Forum em Roma

Império Babilônico,Persa e Grego

Império Romano

Mapa da Grécia e Turquia

Pirâmide sendo construída

Pitágoras, Platão e Sócrates

Praça de S.Pedro em Roma

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